Tráfego pago: Principais dúvidas respondidas ( 2022 )

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Dentre tantas estratégias do marketing digital, o tráfego pago é uma das opções que mais têm sido usadas no Brasil. Este conceito tem crescido tanto que milhares de cursos foram lançados no mercado baseados nas 2 principais plataformas de anúncios pagos – O Google ADS e Facebook ADS.

Nesta publicação você entenderá mais sobre o que é tráfego pago, como funciona e como você pode se beneficiar das oportunidades de negócios.

Tráfego pago: o que é?

trafego pago

Para ter acesso à tráfego em massa sem investimentos, é necessário muito trabalho em criação de conteúdo, isso se aplica a qualquer plataforma online (sites, blogs, lojas virtuais, portais, landing pages, páginas de vendas, Instagram, Facebook, Youtube, Pinterest, etc). 

Este processo costuma ser chamado de tráfego orgânico e tem resultados de médio a longo prazo.

O tráfego pago, como o termo já fala, consiste em atrair tráfego massivo de forma paga, ou seja, é uma contratação de publicidade online. Você não precisa ser criador de conteúdo grátis para ter acesso, basta pagar e saber fazer as campanhas de anúncios nas plataformas.

Dito isso, é fácil concluir que o tráfego pago gera resultados praticamente imediatos (se bem usado). Pessoas comuns ganham cifras acima dos 5 dígitos somente enviando tráfego massivo para páginas de vendas de produtos/serviços.

Tráfego pago: como funciona na prática?

Vamos entender um pouco mais sobre como funcionam as 2 maiores plataformas de tráfego pago do mundo.

Diferenças entre Facebook ADS e Google ADS 

Vamos pensar o seguinte, você tem produtos/serviços para vender e pagou publicidade via Outdoor para atrair clientes. Você não tem garantia alguma de que as pessoas que vão ver sua propaganda irão fisicamente em sua loja ou mesmo entrarão em contato com seu negócio, concorda?

Basicamente, assim funciona o Facebook ADS. Você paga pelas visualizações, mesmo que as pessoas não entrem no destino de seus anúncios (que podem ser sites, landing pages, páginas de vendas, artigos, grupos de Telegram/Whatsapp, e etc).

Agora vamos para o outro cenário: Você está buscando comprar um videogame, sendo que você já sabe quanto pode pagar e quer levar para casa o melhor aparelho possível dentro de seu orçamento de 2.500 reais.

Daí, você sai de sua casa e vai para a Avenida Santa Efigênia, em São Paulo (por exemplo). Você foi lá sabendo que é provável que saia daquele lugar com sua solução.

No nosso exemplo, você ter saído de sua casa para ir olhando as lojas da Santa Efigênia seria abrir o Google em seu PC ou Celular e pesquisar “videogames para comprar até 2.500 reais”.

O Google, neste sentido, seria aqueles vendedores lhe chamando para entrar na loja para então você ver as ofertas do que você já está procurando (a Santa Ifigênia é lugar dos games, naturalmente você tá procurando isso, assim como o Google entende o mesmo quando você pesquisa “videogames para comprar até 2.500”).

No Google ADS o usuário vai “com os próprios dedos” pesquisar sobre o interesse dele, e se depara com anúncios segmentados para aquelas buscas através das palavras chaves de buscas. Isso possibilita aparecer apenas para as pessoas que já estão procurando por seus produtos/serviços, de forma extremamente segmentada e poderosa.

cta_google_ads_geração de lead

Já no Facebook ADS, o anúncio de videogame “surgiria” no Story ou Feed de milhares de pessoas, atingindo pessoas interessadas nisso e também as desinteressadas.

É importante dizer que nada dito até aqui invalida o Facebook ADS, pelo contrário. O Facebook sabe demais sobre seus usuários, de forma que abre possibilidades muito grandiosas de segmentação de interesses, podendo atingir de cara as pessoas com maiores chances de se engajar com seus produtos/serviços.

Outra grande vantagem do Facebook é que os anúncios são visuais, você pode ter imagens, vídeos e criações visuais aparecendo nos story e feed de milhares (porque não milhões?) de pessoas no Instagram e Facebook.

Como funciona a cobrança do tráfego pago

Existem duas métricas que são extremamente importantes (não são as únicas, se aprofunde nesse assunto): CPC (Custo por Clique – em tradução livre) e CPM (Custo por Mil Visualizações).

O CPC é mais utilizado no Google, sendo o custo médio do clique em tempo real.

O CPM é mais usado para o Facebook, sendo a cobrança média feita para cada 1000 impressões (views) em seus anúncios.

Nunca esqueça que fazer tráfego pago envolve um processo de planejamento bem feito, avaliando os riscos e os objetivos. Pense em seu avatar ideal e se ele está presente na rede de anúncios que você pretende escolher para trabalhar.

Existem um universo de dados e métricas para aprender antes de começar no mundo do tráfego pago. Também existem várias outras plataformas de anúncios para tráfego para além das 2 citadas neste artigo.

Busque mais, estude mais. Existem grandes referências no mercado brasileiro que entregam muito conteúdo gratuito a respeito do assunto.

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